
Imagem: reprodução/Instagram de Simone Mendes
Um conflito entre vizinhos levou Simone Mendes ao centro de uma disputa judicial milionária. A cantora sertaneja é alvo de uma ação de R$ 1,3 milhão relacionada ao desabamento de um muro em uma obra realizada em terreno ligado à artista, em Alphaville, na Grande São Paulo.
O processo foi apresentado pela Black Diamond Holding, empresa representada pelo guitarrista Léo Stuart, integrante da banda Tihuana. O caso ainda está em tramitação, e as duas partes sustentam versões diferentes sobre a responsabilidade pelo episódio.
O que teria acontecido no imóvel vizinho
Segundo a alegação levada à Justiça, o muro cedeu em novembro de 2024 durante uma obra. Água, lama e entulho teriam avançado sobre a propriedade vizinha, atingindo áreas externas e o piso térreo da residência do músico.
A empresa autora da ação busca indenização por danos morais e atribui à cantora responsabilidade pelos prejuízos. O valor de R$ 1,3 milhão corresponde ao pedido apresentado no processo — não a uma condenação já definida.
Defesa de Simone Mendes fala em incidente provocado pelas chuvas
A assessoria da artista informou que sua defesa trata o ocorrido como um incidente durante um período de fortes chuvas. Também sustenta que a execução do serviço estava sob responsabilidade de uma empresa contratada para conduzir a obra e cuidar das questões de segurança.
Esse ponto deve ser central na análise judicial: será necessário determinar as causas do desabamento e quem tinha responsabilidade técnica pela estrutura. Até que haja uma decisão, Simone Mendes não pode ser tratada como condenada.
Disputa chama atenção pelo contraste com fase de sucesso
A repercussão chega em um momento de grande visibilidade profissional para Simone, consolidada entre as principais vozes do sertanejo brasileiro. Justamente por isso, o processo ganhou espaço além das páginas jurídicas e passou a mobilizar o público que acompanha a cantora.
O Foco Nas Estrelas seguirá o andamento do caso e as manifestações das partes. Por enquanto, o que existe é uma ação em curso, com pedido de indenização e versões que ainda serão avaliadas pela Justiça.