
Em novo cenário no subsolo da sede, a apresentadora voltou ao comando do quadro humorístico com direito a assistente virtual debochado e presença da convidada especial.
"Eu conheço você. é o Boninho? Não, acho que é o Carelli!". Foi tirando sarro do visual de seu novo assistente virtual que Márcia Fu deu a partida na nova temporada do *Fuzenda*.
A atração humorística ganhou um reforço tecnológico focado em causar discórdia: o Chat GPTreta. A inteligência artificial estreou tirando a paz dos participantes e ajudando a apresentadora no comando do quadro.
Interrogatório no subsolo
O retorno do quadro trouxe uma mudança drástica de ambiente. Márcia agora recebe os eliminados na Caverna de Itapecerica, um espaço sem nenhum luxo construído no subsolo da sede. A ideia da produção é transformar a passagem dos peões por ali em um interrogatório direto e sem rodeios.
Para inaugurar o novo espaço, a convidada foi Christina Rocha. Acostumada a lidar com barracos na televisão há décadas, ela não se intimidou com a estrutura rústica do local.
Logo na chegada, Christina mandou a real sobre o ambiente e disse que quando a pessoa tem talento, o cenário pode ser simples que ela se destaca do mesmo jeito. Márcia não perdeu a oportunidade e elogiou a postura afiada da colega de profissão.
Torcidas inusitadas e comparação com a TV
Ao analisar a movimentação dos peões no confinamento, Christina aproveitou para comparar a convivência no reality com os anos em que apresentou programas de conflitos familiares. Ela confessou que, apesar de ter visto muitas discussões ao longo da carreira, a intensidade das brigas da edição impressiona.
O assistente robótico também trabalhou bastante no segmento em que o público envia perguntas. Questionado sobre quem formava a torcida do peão Mayk Leão, o robô colocou uma plateia cheia de alienígenas na tela. Pouco depois, quando pediram para mostrar os torcedores de Ana Bruna, a imagem foi tomada por tubarões.
O tom debochado e a falta de filtro de Márcia Fu mostram que o quadro segue firme na proposta de usar o humor ácido para lavar a roupa suja da competição.