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Reality musical do SBT terá novo painel de técnicos, disputas acirradas pelas vozes e participantes de edições anteriores.
A nova temporada do The Voice Brasil, exibida pelo SBT, promete disputas intensas entre os técnicos e uma dinâmica diferente para os participantes. O painel será formado por Matheus e Kauan, Lauana Prado, Paulo Ricardo e Diogo Nogueira.
Durante uma coletiva de imprensa, Boninho e Tiago Leifert comentaram que o entrosamento entre os técnicos aconteceu rapidamente. A sintonia, no entanto, não impediu os conflitos durante a disputa pelas vozes.
Segundo os responsáveis pelo programa, os técnicos brigaram bastante para escolher os talentos de seus times. A expectativa é que a competição entre eles seja um dos destaques da temporada.
Diogo Nogueira virou desafio nos bastidores
Diogo Nogueira também teria criado uma situação inesperada durante as gravações por causa do jeito descontraído de falar. Boninho contou que o cantor usou palavrões ligados ao seu modo “carioquês” de se expressar.
A situação chegou a deixar Mickey, personagem associado ao diretor, constrangido. “Diogo deixou o Mickey roxinho”, brincou Boninho ao comentar o episódio. A equipe precisou ajustar algumas falas para adequá-las ao programa.
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Mesmo com esse cuidado, a avaliação sobre o novo elenco foi positiva. Paulo Ricardo foi elogiado, enquanto Lauana Prado ganhou destaque por sua experiência vocal. Matheus e Kauan, que já conhecem a dinâmica do reality, também retornam à bancada.
Participantes antigos voltam como “diamantes”
Outra novidade será o retorno dos chamados “diamantes”. A expressão será usada para identificar pessoas que participaram de edições anteriores do programa e conseguiram construir uma carreira depois do reality.
Esses participantes, porém, não entrarão automaticamente na competição. Eles terão de passar novamente pelas audições às cegas e dependerão da decisão dos técnicos para seguir adiante.
Depois de escolhidos, os “diamantes” terão uma função especial. Eles atuarão como uma espécie de apoio dentro dos times, ajudando os novos cantores e compartilhando experiências com os técnicos.
A dinâmica também exigiu cuidado nos bastidores, já que os antigos participantes enfrentaram novamente o risco de não terem nenhuma cadeira virada. Como resumiu Boninho, se nenhum técnico apertar o botão, o talento fica fora do programa.