
Vilão perde a paciência com reclamações e revela plano para negociar as terras do pai e virar sócio de banco na capital.
Sem qualquer apego à vida no campo, Mirinho (Nicolas Prattes) já traçou os próximos passos para deixar Barro Preto em *A Nobreza do Amor*. Assumindo o controle do engenho após a morte de Casemiro (Cássio Gabus Mendes), o jovem planeja colocar todas as terras à venda para se transferir em definitivo para São Paulo.
A revelação dos planos acontece no meio de uma discussão familiar. Cansado de ouvir as constantes reclamações de Virgínia (Theresa Fonseca) sobre ter que morar na roça, Mirinho perde a paciência e pede um pouco de compreensão, garantindo que a permanência na fazenda é provisória. Graça (Fabiana Karla) precisa intervir para acalmar o filho e entender o motivo da irritação.
Sociedade em banco e mudança para a capital
Ao se acalmar, o vilão explica como pretende levantar recursos rapidamente. Ele revela que colocará um anúncio no jornal para negociar o engenho. Com o dinheiro obtido na venda da propriedade, a intenção de Mirinho é comprar uma cota e se tornar sócio do pai de Virgínia em um banco.
O projeto do jovem inclui levar Virgínia, a mãe e a irmã para morar na capital paulista assim que o negócio for fechado.
No entanto, toda a estratégia depende do crime que Mirinho cometeu para garantir a posse total das terras. Metade do engenho pertence por direito a Tonho (Ronald Sotto), conforme deixado por Casemiro em seu testamento. Ao descobrir a cláusula, o filho do fazendeiro rasgou o documento original e subornou um funcionário do cartório para destruir qualquer registro oficial da herança do rival.