
Revoltado com a herança deixada pelo falecido pai, o vilão rasga o documento oficial e decide negociar toda a propriedade, deixando o rival em alerta.
A tensão no engenho dos Bonafé chega ao limite com uma manobra calculada de Mirinho. Determinado a tirar o rival de seu caminho, o personagem vivido por Nicolas Prattes chama Tonho para um acerto de contas direto, mascarando suas intenções com um gesto aparentemente generoso.
No encontro, o marido de Virgínia surpreende o filho de Caetana ao avisar que a pequena propriedade que o rapaz vinha pagando com esforço está totalmente quitada. Com o encerramento das promissórias, o vilão declara que Tonho não deve mais nada e é oficialmente dono daquela terra, reação que acende imediatamente a desconfiança do jovem.
A notícia, porém, logo revela seu lado amargo. Logo após dar a liquidação da dívida como encerrada, Mirinho exige a desocupação imediata do restante da fazenda. Ele ordena que Tonho e todos os outros empregados recolham seus pertences e deixem o local sem contestação, anunciando a decisão de vender toda a estrutura do engenho.
Testamento rasgado e revolta
A atitude drástica é uma resposta direta do vilão às últimas vontades de Casemiro. Após a morte do patriarca, a abertura do testamento deixou a família em choque ao revelar que o coronel destinou as áreas mais férteis e produtivas do engenho justamente para Tonho.
Incapaz de aceitar a partilha estipulada pelo pai, Mirinho rasga o documento em um acesso de fúria. A decisão de negociar o terreno por conta própria surge como um golpe para anular o desejo do falecido e despossuir o rival das terras que lhe foram prometidas.