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Aos 41 anos, a atriz e influenciadora revela como encarou a rotina de treinos intensos sem cobranças estéticas e desabafa sobre o preconceito por idade.
A presença de Mari Bridi em eventos públicos costuma atrair a atenção do público, especialmente quando acompanhada de reflexões sobre maturidade e bem-estar. Durante uma ida a um grande festival de música ao lado da filha Aurora, de 11 anos, a atriz e influenciadora digital celebrou o momento especial em família para assistir ao show do grupo Stray Kids.
Ao surgir com um visual composto por cropped e saia jeans, a artista de 41 anos chamou a atenção pela boa forma. No entanto, ela fez questão de pontuar que a transformação do seu corpo não ocorreu de maneira repentina, sendo fruto de uma rotina intensa e de longo prazo.
Esforço contínuo e distância da balança
Segundo a influenciadora, a mudança física exigiu dedicação constante ao longo de mais de um ano. Ela explicou que o processo foi conquistado no cotidiano, combinando treinos de musculação e exercícios cardiorrespiratórios sem recorrer a caminhos facilitados.
Apesar dos resultados visíveis, Mari ressalta que evita se pautar por números e métricas rígidas de peso. Para ela, a obsessão pela medição constante reflete a busca por um padrão estético no qual não se reconhece. Por esse motivo, a atriz prefere manter distância da balança para não transformar a rotina em uma cobrança excessiva.
Reflexões sobre a pressão etária na sociedade
Outro ponto destacado por Mari Bridi foi o etarismo e as cobranças sociais relacionadas ao envelhecimento feminino. Aos 41 anos, a influenciadora declarou que se sente em uma das fases mais confiantes de sua vida e que aprendeu a filtrar comentários externos sobre sua aparência.
Na visão da atriz, o preconceito por idade atinge as mulheres de forma precoce, muito antes de chegarem à casa dos 40 anos. Ela destacou que a sociedade costuma impor uma espécie de prazo de validade precoce, tratando os 20 e poucos anos como o único momento de ápice. Contrapondo essa ideia, Mari defende que a plenitude ocorre no momento em que a própria mulher decide vivê-la, priorizando a rotina em família e ignorando expectativas alheias.