
Testamento de Gloria Maria indicou pessoas de confiança para cuidar das filhas e administrar o patrimônio deixado pela jornalista.
A herança deixada por Gloria Maria para as filhas, Maria Matta e Laura Matta, segue regras específicas porque as duas ainda eram menores de idade quando a jornalista morreu, em fevereiro de 2023. Nesse tipo de situação, os bens não ficam sob administração direta dos herdeiros até que eles atinjam a maioridade.
A gestão do patrimônio é ligada à tutela definida pela mãe em testamento. O documento permite que a pessoa manifeste, ainda em vida, quem considera mais preparado para cuidar dos filhos e acompanhar a administração dos bens após sua morte.
As pessoas indicadas por Gloria Maria
Gloria Maria nomeou quatro pessoas de sua confiança para exercer a tutela das filhas: Julia Azevedo, Bruno Astuto, Caio Nabuco e Regina Casé. Todos tinham proximidade com a jornalista e com as meninas.

A escolha registrada no testamento refletiu a preocupação da apresentadora com a continuidade dos cuidados, a educação e a estabilidade das filhas durante o período de menoridade.
Como funciona a administração dos bens
O tutor legal fica responsável por cuidar de questões ligadas à subsistência, à educação e ao patrimônio das menores. Isso inclui administrar os bens deixados pela mãe dentro dos limites previstos pela legislação brasileira.

A tutela, porém, não dá liberdade irrestrita para movimentar o patrimônio. A administração deve seguir as regras legais aplicáveis aos bens de pessoas menores de idade, com proteção voltada aos interesses das herdeiras.
No caso de Gloria Maria, o testamento serviu para antecipar sua vontade sobre quem deveria assumir essa responsabilidade. A definição das pessoas de confiança ajuda a organizar os cuidados com Maria Matta e Laura Matta e a preservar o patrimônio até que elas alcancem a maioridade.