
Em publicação política, cantora afirmou que sua consciência não está à venda e defendeu posicionamentos sem medo de críticas.
Mara Maravilha declarou que votará em Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial, marcado pela disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A posição foi revelada em uma publicação feita na noite de quarta-feira (7).
No texto, a artista também criticou Fafá de Belém e Diogo Nogueira, citados como exemplos de artistas que assumem posições políticas diferentes da defendida por ela. Mara afirmou que não mudará de opinião para agradar ao público ou atender a interesses pessoais.
“Minha consciência não está à venda, e minha voz não se afina a interesses pessoais, partidários ou políticos”, escreveu.
Mara diz não receber benefícios políticos
A cantora se apresentou como cidadã, eleitora e patriota. Segundo Mara, seus posicionamentos podem provocar divisão de opiniões, mas fazem parte da maneira como escolheu se expressar.
“Podem até me chamar de polêmica, mas sou autêntica. Não nasci para agradar a todos”, afirmou.

Mara também declarou que não recebe benefícios partidários ou políticos nem verba pública para defender suas ideias. Ela disse ainda que não sonega impostos e que cumpre suas obrigações.
A publicação teve como um dos principais temas a carga tributária. A artista defendeu responsabilidade nos gastos e criticou possíveis aumentos de impostos, argumentando que a população já trabalha, produz e sustenta a estrutura pública.
“Não me compram com promessas”, afirma a cantora
Ao explicar sua decisão eleitoral, Mara declarou que não se deixa convencer por promessas nem por conveniências. Ela também incentivou pessoas que compartilham de sua visão política a se posicionarem.
“Não me compram com promessas, não me calam com conveniências e não me conduzem por interesses que não sejam os meus princípios”, escreveu.
A cantora encerrou o texto defendendo que convicções e responsabilidade devem prevalecer sobre interesses. A publicação marcou uma manifestação política direta de Mara durante a campanha do segundo turno.