
Aos 35 anos, o artista usou as redes sociais para buscar profissionais especializados em autismo e TDAH em adultos para entender seu próprio funcionamento.
Aos 35 anos, Fiuk vive um momento de virada na forma como lida com a própria mente. O artista decidiu tornar pública uma busca pessoal que vinha adiando e pediu abertamente a ajuda de especialistas em saúde mental para fechar um diagnóstico definitivo.
Em um desabafo gravado para as redes sociais, o cantor e ator explicou que deseja entender de forma clínica se está no espectro autista, se tem Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou se vive com as duas condições juntas. A iniciativa marca uma mudança de postura importante para o artista, que até então mantinha essas suspeitas apenas no campo da especulação.
A busca por apoio especializado em adultos
Fiuk contou que já havia tentado investigar essa possibilidade por conta própria no passado. No entanto, o receio do julgamento alheio fez com que ele interrompesse as pesquisas na época. Agora, o objetivo é conduzir o processo da forma correta, longe de palpites e com acompanhamento técnico.
O artista fez um apelo direto para que profissionais especializados no diagnóstico de neurodivergências em adultos entrem em contato com sua equipe. Ele busca uma avaliação séria e aprofundada para entender, de fato, como o seu cérebro funciona no dia a dia.
Na mensagem direcionada aos seguidores, o cantor destacou que essa decisão também é uma forma de retribuir o carinho que recebe da rede de apoio criada pelos fãs. Ele fez questão de reforçar que procura ajuda profissional qualificada, deixando claro que não quer teorias de pessoas leigas.
Aceitação pessoal e o fim dos rótulos
O ponto central da reflexão do irmão de Cleo Pires é que essa procura por respostas não surge do medo ou da insegurança. Ele garantiu que a decisão veio acompanhada de um processo prévio de autoaceitação, o que torna qualquer resultado aceitável para ele neste momento.
O cantor afirmou estar pronto para lidar com qualquer retorno que venha dos exames e consultas médicos. Ele explicou que ficará bem se o laudo confirmar o espectro autista, o TDAH, a junção dos dois transtornos ou se descartar completamente essas hipóteses.
Para o artista, a busca por um diagnóstico não serve para definir quem ele é, mas para trazer clareza sobre suas características. Ele concluiu o desabafo destacando que entender a própria saúde mental é um passo fundamental para viver com mais tranquilidade e consciência de suas particularidades.