
Com canteiros de pedra e cultivo organizado, a horta se tornou um dos detalhes mais simbólicos da fazenda da família Justus.
Ana Paula Siebert apresentou um detalhe que ajuda a explicar o estilo da fazenda da família Justus, em Porto Feliz, no interior de São Paulo: uma horta elegante, instalada em uma área aberta e ensolarada da propriedade. A influenciadora mostrou os canteiros revestidos de pedras, com verduras e legumes distribuídos de maneira organizada.
O fato mais interessante não está apenas nos alimentos cultivados. A horta aparece como uma extensão do padrão visual da fazenda, onde natureza, arquitetura e lazer foram planejados para conviver no mesmo espaço. O resultado é uma área funcional, mas também pensada para ser vista.
Essa combinação resume bem a lógica do refúgio rural de Roberto Justus e Ana Paula. A propriedade, com cerca de 104 hectares, reúne uma casa principal à beira de um rio, piscina com vista para a vegetação, lago artificial, estruturas esportivas e cinema particular. Nesse conjunto, a horta funciona como um elemento mais simples, mas não menos cuidadosamente organizado.
Produção de alimentos com aparência de paisagismo

Os canteiros foram montados com pedras e separados para que cada espécie tenha espaço e ritmo próprios de crescimento. A área aberta favorece a entrada de luz solar, condição essencial para o desenvolvimento das plantas.
A organização dá à horta uma aparência próxima à de um projeto paisagístico. Isso não significa que ela deixe de cumprir sua função de cultivo. A diferença é que, na fazenda, até uma área de plantio foi integrada ao cuidado estético presente no restante da propriedade.
Essa escolha também cria um contraste importante. A fazenda tem ambientes associados ao alto padrão, como piscina de borda infinita aquecida, cinema com 15 poltronas reclináveis e espaços para futebol, tênis, beach tennis e mini golfe. A horta aproxima o local de uma rotina rural, mas sem abandonar a sofisticação que marca a arquitetura e a decoração.

A fazenda como espaço de descanso e convivência
Ana Paula visitou a propriedade durante os dias de folga do feriadão e também registrou a vista da casa principal, a piscina e a quadra esportiva. As imagens mostram uma estrutura voltada para períodos de descanso em família, longe da rotina de negócios e dos estúdios de televisão.
O refúgio ainda conta com lago privativo usado para esportes náuticos e passeios de jet ski, casa para hóspedes e ambientes planejados para acomodar filhos, netos e amigos. A residência combina grandes vãos de vidro, madeira nobre e pedras decorativas, integrando a construção à paisagem.

É nesse cenário que a horta ganha importância editorial. Ela não é o maior espaço da fazenda, nem o mais luxuoso, mas revela uma tentativa de incluir uma atividade produtiva dentro de uma propriedade estruturada principalmente para lazer. A elegância dos canteiros mostra que, nesse ambiente, o cultivo também foi incorporado à experiência visual da casa.
Com os dados disponíveis, não é possível afirmar qual é o volume de alimentos produzido ou se a horta abastece regularmente a família. O que se pode observar é a escolha por um cultivo organizado e exposto, tratado como parte relevante da paisagem da fazenda. Ao mostrar esse espaço, Ana Paula acabou destacando uma faceta menos previsível do imóvel: a de uma casa de campo que busca unir conforto, natureza e produção sem abrir mão do acabamento sofisticado.