
No comando do Rancho, Ana Bruna combinou alianças, críticas aos rivais e provocações sem revelar quem pretende mandar para a Roça.
Ana Bruna voltou ao Rancho neste sábado (31) em uma posição diferente: como Fazendeira e última participante a permanecer entre os visitantes do espaço. O privilégio não foi usado apenas para um almoço entre amigas. A influenciadora aproveitou a tarde para reforçar alianças, discutir adversários e alimentar a expectativa sobre sua indicação à Roça.
Tina Calamba, Darlin Ferrattry e Maíra Charken foram convidadas para o espaço VIP. Durante o brinde, Ana celebrou a amizade e a estratégia das quatro mulheres no jogo. A cena deixa claro que o encontro funcionou como uma reunião de grupo, ainda que em clima descontraído.
A leitura mais consistente é que Ana preferiu preservar a dúvida sobre sua decisão. Ela não revelou quem pretende indicar, mas deixou quatro nomes sob avaliação: Murilo Dias, Rikardo, Fran Almeida e Daniel Erthal. O silêncio, neste caso, tem efeito prático. Mantém os possíveis alvos em alerta e evita que a Fazendeira antecipe sua jogada antes da formação da Roça.
Críticas à Alcateia e alvo preferencial
Murilo foi o principal alvo das conversas. Ana afirmou que não conseguia mais olhar para o modelo, enquanto Maíra disse estar cansada de ver os peões defenderem o que considerava indefensável. A hostilidade tem um antecedente direto: depois da expulsão de Mônica Fonseca, Ana discutiu com Murilo quando ele defendeu a jornalista e atribuiu a saída dela a Mayk Leão.
As críticas também atingiram a Alcateia. Para Ana, o grupo continua apresentando justificativas sempre que um integrante deixa o reality, sem reconhecer os próprios erros. Tina concordou e citou a saída de Giovanna Gold como exemplo da reação que, segundo ela, se repetiu entre os peões.
Esse ponto dá mais peso ao mistério da indicação. A decisão de Ana não parece estar ligada a um único episódio da tarde, mas a uma avaliação mais ampla sobre conflitos acumulados e sobre a permanência da Alcateia como força de oposição. Ainda assim, os fatos disponíveis não permitem afirmar que o alvo será necessariamente um integrante desse grupo.
Maíra e Darlin mencionaram Thaíde como nome que colocariam na berlinda. Ana, porém, não confirmou que seguirá a mesma direção. A diferença entre os palpites das aliadas e a decisão da Fazendeira reforça que o almoço serviu para troca de opiniões, não para anunciar uma escolha já fechada.
A pegadinha revela o tom da disputa
O encontro também teve espaço para provocações. Ao aparecer na academia, Daniel Erthal brincou com Tina e disse que tiraria a camisa. Depois, comentou que seu rosto provavelmente já estaria cheio de dardos. Darlin respondeu pegando um deles e mirando a foto do ator.
A brincadeira envolveu ainda Rikardo, Fran e Murilo. Mais tarde, Tina e Maíra cogitaram misturar pimenta-do-reino, sal e café moído depois de verem Fran pegar parte do produto usado pelas peoas. A ideia não foi apresentada como uma ação realizada, mas como uma pegadinha planejada durante a conversa.
É justamente aí que o episódio ganha um contorno mais delicado. O humor entre as aliadas ajuda a expor a divisão do jogo, mas a proposta com o café ultrapassa a simples provocação verbal se for colocada em prática. O fato confirmado é a conversa sobre misturar os ingredientes; não há informação de que a mistura tenha sido feita ou devolvida à gaveta.
Ana saiu do Rancho sem revelar sua indicação. O que ficou evidente foi uma combinação de poder formal, articulação entre aliadas e desejo de provocar os adversários. A decisão sobre a Roça, portanto, continua em aberto, mas os nomes colocados na mira indicam que a Fazendeira pretende transformar o privilégio em uma jogada contra a oposição que identifica dentro da sede.