
Viúva do influenciador e especialista em aviação compartilhou uma mensagem sobre a saudade e os desafios após a perda do marido.
Mila Seidl publicou neste domingo (4) uma homenagem ao marido, Lito Sousa, que morreu nesta semana, aos 59 anos. Viúva do influenciador digital e especialista em aviação, ela falou sobre a dificuldade de retomar a rotina após a perda.
“Estou sentindo muito a sua falta. Amanhã é segunda, dia da vida das pessoas voltarem ao normal — rotina. Como voltar ao normal sem você? Eu conseguirei aprender?”, escreveu Mila.
Na mensagem, ela afirmou que tentará seguir em frente por Lito, pelo filho do casal, Malone, e por ela mesma. A viúva também disse que voltar à rotina não significará esquecer o marido.
“Voltar significa que eu vou estar de pé pelo seu legado, pelos seus sonhos e pela nossa missão. Era o que você queria e tentarei fazer da melhor forma possível, pois o que mais quero é que você sinta orgulho de mim”, declarou. Ao final, escreveu “Ich liebe dich”, expressão em alemão que significa “eu te amo”.
Diagnóstico e tentativa de tratamento

Lito Sousa morreu em decorrência da doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição neurodegenerativa rara, agressiva e fatal. A enfermidade pode comprometer funções motoras e cognitivas e não tem cura ou tratamento estabelecido.
Segundo as informações divulgadas, a sobrevida costuma ser de, no máximo, seis meses. Lito revelou o diagnóstico em agosto, quando já estava internado em um hospital particular de São Paulo.
Nos meses seguintes, Mila e o marido tentaram incluí-lo em um estudo no exterior. A família também conseguiu autorização para que ele recebesse um medicamento experimental enviado de fora do país, que chegou ao Brasil em setembro.
Em 30 de agosto, durante uma entrevista ao *Fantástico*, Mila contou que a negociação para o tratamento havia avançado. Na ocasião, explicou que Lito poderia ser a primeira pessoa a testar o medicamento em humanos, após resultados obtidos em testes in vitro e em animais.
“Diante do que a gente tem, a gente não tem nada, só uma sentença. Estamos dispostos a assumir esse risco e tentar ter um desfecho diferente”, afirmou à época.